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segunda-feira, 25 de abril de 2011

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL: PROTEÇÃO HOSPITALAR

Publicado em 15/06/2008
Seção: Avisos

O uso dos equipamentos de proteção individual (EPI) é um tema que cada dia vem ganhando maior relevância, em virtude da crescente importância que tem recebido das Comissões de Controle de Infecção Hospitalar e da contínua preocupação com a melhoria das condições de trabalho. Os acidentes de trabalho com sangue e outros fluidos potencialmente contaminados devem ser tratados como casos de emergência médica, uma vez que as intervenções para profilaxia da doença causada pelo HIV e Hepatite B necessitam ser iniciadas logo após a ocorrência do acidente, para sua maior eficácia.

É importante ressaltar que as medidas profiláticas pós-exposição, não são totalmente eficazes, enfatizando a necessidade de se implementar ações educativas permanentes, que familiarizem os profissionais de saúde com as precauções básicas e os conscientizem da necessidade de empregá-las adequadamente, como medida mais eficaz para redução do risco de infecção pelo HIV ou Hepatite, em ambiente ocupacional.

O que se propõe, ao longo deste texto é definir as principais questões relacionadas às precauções básicas padrão e aos EPI’s hospitalares.


PRECAUÇÕES BÁSICAS/PADRÃO


Precauções Básicas/Padrão são medidas de prevenção que devem ser utilizadas na assistência a todos os pacientes, independente do seu diagnóstico definido ou presumido de doença infecciosa (HIV-AIDS, Hepatite B e C). Serão descritas a seguir:


· LAVAGEM DAS MÃOS - a lavagem rotineira das mãos com água e sabão, elimina além da sujidade (sujeira) visível ou não, todos os microrganismos que se aderem à pele durante o desenvolvimento de nossas atividades mesmo estando a mão enluvada. A lavagem das mãos é a principal medida de bloqueio da transmissão de germes.



· MANIPULAÇÃO DE INSTRUMENTOS E MATERIAIS - os instrumentos e materiais sujos com sangue, fluidos corporais, secreções e excreções devem ser manuseados de modo a prevenir a contaminação da pele e mucosas (olhos, nariz e boca), roupas, e ainda, prevenir a transferência de microrganismos para outros pacientes e no ambiente. Todos os instrumentos reutilizados têm rotina de reprocessamento. Deve-se verificar para que estes estejam limpos ou desinfetados/esterilizados adequadamente antes do uso em outro paciente ou profissional e conferir se os materiais descartáveis de uso único estão sendo realmente descartados e se em local apropriado.


MANIPULAÇÃO DE MATERIAIS CORTANTES E DE PUNÇÃO – o profissional de saúde deve ter cuidado para não se acidentar ao manusear, limpar, transportar ou descartar agulhas, lâminas de barbear, tesouras e outros instrumentos de corte.


CUIDADOS COM MATERIAL PÉRFURO-CORTANTE

· Ter a máxima atenção durante a realização dos procedimentos com material perfuro-cortante;

· Não utilizar os dedos como anteparo durante a realização de procedimentos que envolvam materiais perfuro-cortantes;

· Não reencapar, entortar, quebrar ou retirar as agulhas da seringa com as mãos. Esta é a causa mais comum de acidente perfuro-cortante com pessoal da saúde em nosso meio;

· Não utilizar agulhas para fixar papéis;

· Desprezar todo material perfuro-cortante (agulhas, scalp, lâminas de bisturi, vidrarias, entre outros), mesmo que estéril, em recipientes resistentes à perfuração e com tampa, conforme especificação da ABNT;

· Não preencher os recipientes específicos para descarte de material acima do limite 2/3 de sua capacidade total e colocá-los sempre próximos do local onde é realizado o procedimento e longe do alcance de crianças.


Um comentário:

Anônimo disse...

Todo o cuidado é pouco!
Haja,fundamentalmente,regra e consciência!